Este artigo desenvolve um ciclo de vida operacional para a Arquitetura de Pesquisa Baseada em Frameworks (FBRA), explicando como pesquisadores desenham, governam, utilizam e evoluem instâncias de framework em pesquisas aplicadas de gestão de projetos.
O artigo aborda uma lacuna metodológica entre arquiteturas conceituais de pesquisa e sistemas executáveis de pesquisa, com relevância para estudos fragmentados em projetos, portfólios, PMOs, governança e setor público.
Utiliza-se uma abordagem conceitual de design para refinar conceitos prévios da FBRA, definir componentes operacionais, propor etapas de ciclo de vida e demonstrar aplicação em uma instância ilustrativa de gestão de projetos municipais.
O artigo apresenta um ciclo de vida em oito etapas: iniciação, delimitação, estruturação, desenho de trajetórias de pesquisa, revisão de governança, lançamento de versão, acumulação de evidências e evolução do framework.
O artigo contribui com um método operacional repetível para converter problemas aplicados de pesquisa em instâncias de framework governadas e versionadas que apoiam conhecimento cumulativo.
O ciclo de vida apoia pesquisadores, PMOs, organizações públicas e decisores ao melhorar a clareza de construtos, coordenação de estudos, reutilização de evidências e tradução da pesquisa em insights gerenciais.
This paper develops an operational lifecycle for Framework-Based Research Architecture (FBRA), explaining how researchers design, govern, use, and evolve framework instances in applied project management research.
The paper addresses a methodological gap between conceptual research architectures and executable research systems, with particular relevance to fragmented project, portfolio, PMO, governance, public sector, and value-realization research.
A conceptual design approach is used to refine prior FBRA concepts, define operational components, propose lifecycle stages, and demonstrate application through an illustrative metropolitan municipal project management framework instance.
The paper presents an eight-stage lifecycle covering initiation, boundary definition, structuring, research pathway design, governance review, version release, evidence accumulation, and framework evolution.
The paper contributes a repeatable operational method for converting applied research problems into governed, version-controlled framework instances that support cumulative knowledge development across studies and contexts.
The lifecycle supports PMOs, public-sector organizations, and decision-makers by enabling research to be structured within the complexity of metropolitan project systems, including governance, portfolio delivery, operational continuity, public value, and cross-functional dependencies.