Esta revisão de escopo explora a literatura acadêmica existente sobre GPH para identificar mecanismos de integração, fatores de sucesso e as implicações da coexistência de metodologias com lógicas opostas.
Os resultados fundamentam a GPH na Teoria da Contingência, na Teoria da Complexidade e na Liderança Ambidestra. A análise revela que a eficácia da GPH é mediada pela Qualidade do Trabalho em Equipe (QTE).
Uma busca sistemática foi conduzida no Scopus e na Web of Science. Após a aplicação de critérios de elegibilidade rigorosos, 30 artigos revisados por pares foram selecionados para síntese qualitativa.
Nesse contexto, o conceito de Fadiga Híbrida emerge como um risco latente decorrente dos custos cognitivos da alternância entre mentalidades preditivas e adaptativas.
A Gestão de Projetos Híbrida Global (GPH) oferece uma estrutura para gerenciar a complexidade; No entanto, seu sucesso depende de fatores humanos e de um planejamento organizacional intencional.
Pesquisas futuras devem priorizar a quantificação dos custos fisiológicos e psicológicos da hibridez para garantir a sustentabilidade a longo prazo das equipes de projeto.
This scoping review explores the existing academic literature on HPM to identify integration mechanisms, success factors, and the implications of the coexistence of methodologies with opposing logics.
The findings ground HPM in Contingency Theory, Complexity Theory, and Ambidextrous Leadership. The analysis reveals that the effectiveness of HPM is mediated by the Quality of Teamwork (QT).
A systematic search was conducted in Scopus and Web of Science. After applying strict eligibility criteria, 30 peer-reviewed articles were selected for qualitative synthesis.
In this context, the concept of Hybrid Fatigue emerges as a latent risk stemming from the cognitive costs of switching between predictive and adaptive mindsets.
GHP offers a framework for managing complexity; however, its success is contingent upon human factors and intentional organizational design.
Future research should prioritize quantifying the physiological and psychological costs of hybridity to ensure the long-term sustainability of project teams.